Gênero, carreira e instituições: estereótipos, “teto de vidro” e outras implicações

Márcia Vanessah Pacheco Abbondanza, Carolina Freddo Fleck, João Gaibaldi Almeida Viana

Resumen


Este ensaio tem como objetivo apresentar uma proposição teórica sobre a relação que se estabelece entre Carreira e Gênero a partir da perspectiva de Thorstein Veblen na Teoria Institucional. A separação de um universo masculino versus feminino foi criada e enraizada geração após geração, carregada de preconceitos e discriminações frente ao gênero feminino, legitimando a desigualdade. O modelo teórico aqui apresentado, debate a institucionalização de carreiras feminizadas e masculinizadas.O estudo dos instintos, hábitos, formas de pensamento, sua repetição e legitimação até originar as instituições fornece uma nova perspectivapara compreender as desigualdades entre homens e mulheres desde a infância, e que, posteriormente,determinam o desenvolvimento e progressão de suas carreiras profissionais.A relação teórico-empírica realizada baseia-se em dados de gênero e trabalho no Brasil, refletindo, em especial,a realidade das carreiras deste país.

Palabras clave


Desigualdade de gênero; trabalho e gênero; Thorstein Veblen; economia institucional.

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DOI: http://dx.doi.org/10.32735/S0718-6568/2021-N58-1584

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