Mulheres, práticas de uso comum, cuidado e conservação das florestas de babaçu na Amazônia
DOI:
https://doi.org/10.32735/S0718-6568/2021-N60-1558Palavras-chave:
Mulheres, movimentos sociais, bem comum., florestas de babaçu, Amazônia, conflitos socioambientais.Resumo
Em tempos recentes, países da América do Sul vivem o triunfo da implantação de uma agenda ultraliberal vinculada à destruição do bem comum, isto é, à privatização da natureza e da herança da humanidade produzida socialmente. Este artigo apresenta uma reflexão sobre as experiências de vida que fazem frente a esse processo de destruição do comum, que pretende capturar as naturezas, as comunidades, as mulheres e as sociabilidades. Os trabalhos de assessoria e a observação empírica das práticas de uso comum das palmeiras, da ética do cuidado e da conservação das florestas de babaçu têm possibilitado compreender as estratégias do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB) na construção de territórios autônomos.



